Caminhos do Dharma
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Yoga na Bhagavad-Gita

17 de setembro de 2017

Os dois textos mais citados como referência ao que é chamado “yoga clássico” são o Yoga-sūtra de Patāñjali e a Bhagavad-Gītā.[1] É interessante notar que ambos os textos mencionam apenas brevemente aquilo que normalmente se entende por yoga hoje em dia: as posturas físicas ou āsanas. Na verdade, essa yoga com ênfase no corpo é algo bastante recente, uma vez que a verdadeira meta do yoga sempre foi promover uma integração da personalidade bem como uma conexão com a divindade. Sendo assim, os textos clássicos valorizam muito mais a postura interna – ou seja, as atitudes e os movimentos da consciência – do que as posturas externas e os movimentos do corpo.

Isso não significa que a dimensão corpórea seja irrelevante na jornada espiritual – pelo contrário, é um grande mérito das tradições indianas terem habilitado a corporeidade como um valioso instrumento de autoconhecimento e de auto aprimoramento. Aliás, considero extremamente positivo se uma pessoa consegue deixar de perceber seu corpo como um “símbolo de pecado” e passa a valorizá-lo como uma ferramenta divina a ser empregada para a elevação da sua consciência. O que não deve acontecer, contudo, é desvencilhar essas práticas corpóreas de seu contexto maior, perdendo assim de vista a sabedoria vasta e profunda do yoga.

No intuito de promover essa compreensão mais ampla, apresentamos a seguir uma visão geral de como o yoga pode ser entendido à luz da Bhagavad-Gītā.

Significado do termo yoga

O termo yoga vem da raiz sânscrita yuj à qual são atribuídos três sentidos principais:

  1. yuj [a] saṁyamane – controlar, atar, apaziguar (os sentidos)
  2. yuj [a] samādhau – absorção, concentração (da mente)
  3. yuj [ir] yoge – unir, juntar, conectar, atrelar, etc.

Em síntese, yoga pode ser entendido como um processo que visa controlar os sentidos para assim concentrar a mente e atingir um estado de conexão interior, especialmente entre a alma infinitesimal (jīvātmā) e a alma suprema (paramātmā).

Além desses três sentidos primários (controlar, concentrar e conectar), o termo yoga foi utilizado com grande versatilidade dentro das diversas tradições da Índia ao longo da história. Na Bhagavad-Gītā, onde seu significado mais comum é disciplina ou prática espiritual, a palavra yoga também é empregada no sentido de poder místico [BhG 11.8], no sentido de estado mental de equanimidade [BhG 2.48] e renúncia [BhG 6.2], bem como significando um estado de comunhão com o divino [BhG 6.47] e de desconexão (vi-yoga) das causas de sofrimento material [BhG 6.23].

Ainda que seja importante estar ciente dessa variação semântica do termo, nosso foco principal neste breve artigo será entender o yoga como um processo espiritual que permite diversas abordagens.

Abordagens do yoga

Uma famosa passagem do Ṛg Veda diz ekaṁ sad viprā bahudhā vadanti – “a verdade é una, os sábios a descrevem de muitas maneiras”. Assim com a mesma verdade pode ser contemplada por diversos ângulos, ela pode também ser abordada de várias maneiras e compreendida em diferentes níveis. Para dar um exemplo simples, pode-se chegar ao cume de uma grande montanha por diferentes lados, estabelecendo campos de apoio em patamares cada vez mais elevados. O processo de subir a montanha chama-se escalada, mas cada escalador é livre para abordar a montanha pela face que preferir e gradualmente ascender rumo ao cume a partir do local onde está situado.

Do mesmo modo, o processo de se conectar com a verdade suprema chama-se yoga e cada yogī pode abordar essa verdade de um modo particular, partindo do estágio onde se encontra e buscando elevar sua consciência cada vez mais. Assim, a Gītā descreve diferentes abordagens possíveis dentro desse sistema único que é o yoga.[2] As quatro abordagens principais são as seguintes:

  • Karma-yoga: é a conexão feita através da ação. Ninguém pode deixar de agir neste mundo, mas pode-se agir sem apego aos resultados. Quando a pessoa age por questão de dever, desempenhando suas funções da melhor maneira e livre de motivações egoístas, ela está agindo em karma-yoga. Esse tipo de ação não gera reações cármicas e, portanto, não prende a pessoa a este mundo. A Gītā [5.10] diz que quem executa seu dever sem apego e oferece o resultado ao supremo (brahman) não é afetado por reação pecaminosa assim como a pétala do lótus jamais é maculada pela lama.
  • Jñāna-yoga: é a conexão feita através do cultivo de conhecimento sobre o eu (ātmā). Na Gītā, usam-se os termos jñāna (conhecimento) e sāṅkhya (estudo analítico) de forma intercambiável. Ou seja, jñāna-yoga ou sāṅkhya-yoga indicam a busca pela verdade através da discriminação entre matéria e espírito. O processo implica não só o cultivo de conhecimento, mas também uma estrita renúncia ao contato com a matéria. Karma-yoga é geralmente entendido, portanto, como uma etapa preliminar ao processo de jñāna, uma vez que promove o desapego gradual do mundo. Uma vez estando com o coração suficientemente purificado, o yogī poderia então retirar-se para um local solitário e cultivar conhecimento transcendental levando uma vida bem simples e austera.
  • Dhyāna-Yoga: É a conexão feita através da meditação. Embora o exercício filosófico (jñāna) permita à pessoa diferenciar espírito de matéria e daí se perceber como uma entidade espiritual eterna, é fato que o absoluto não pode jamais ser abarcado pela razão. Assim, chega um ponto em que o yogī precisa ir além do seu intelecto para poder contemplar diretamente a verdade transcendente. Essa abordagem, que está descrita principalmente no capítulo 6 da Gītā, é a que mais se aproxima do sistema óctuplo de yoga proposto pelo sábio Patāñjali em seu Yoga-sūtra.
  • Bhakti-yoga: É a conexão feita por meio do serviço amoroso a Deus. Após descrever a progressão através de karma-yoga, jñāna-yoga e dhyāna-yoga nos seis capítulos iniciais, a Gītā [6.49] declara que o yogī mais bem-sucedido é aquele que com fé sempre reverencia a Deus e que assim está intimamente conectado a Ele pelo coração. O texto também é enfático ao dizer duas vezes [BhG 11.54; 18.55] que apenas através de Bhakti é possível conhecer perfeitamente a verdade última. Portanto, embora o trabalho desinteressado, os exercícios corpóreos, o cultivo de conhecimento, as técnicas respiratórias e a meditação sejam todos elementos integrais do Yoga, sua meta final é criar um vínculo amoroso entre o yogī e o yogeśvara (o Senhor do yoga).

Voltando àquele exemplo da escalada mencionado acima, pode-se comparar karma-yoga ao “campo-base”, no sopé da montanha. Dali pode-se prosseguir até o patamar seguinte, jñāna-yoga, que já seria um primeiro “campo-avançado” do conhecimento. Pode-se, ainda, prosseguir para o estágio seguinte de dhyāna-yoga, o segundo “campo-avançado” da meditação. O topo da montanha é bhakti-yoga, a conexão amorosa com Deus. Contudo, entende-se que não é obrigatória a passagem por todos esses “campos”, mas pode-se partir de qualquer um deles em direção ao cume.

Isso é possível porque bhakti é essencialmente uma atitude interna. Assim, atividades (karma) dedicadas a Deus tornam-se bhakti-yoga. Cultivo de conhecimento (jñāna) que visa entender a Deus é um aspecto de bhakti-yoga. Meditação (dhyāna) focada em Deus é uma prática de bhakti-yoga. Ou seja, quando a pessoa está internamente conectada ao supremo por um sentimento amoroso que se expressa em uma atitude de serviço, qualquer coisa que ela faça será uma forma de bhakti-yoga. Independentemente da posição onde esteja, na medida em que uma pessoa desenvolve essa consciência divina ela está se aproximando do topo da “montanha do yoga”.

 

[1] Que a Gītā é essencialmente um tratado de yoga fica evidente pela ocorrência do termo no texto. A palavra yoga aparece em 15 dos seus 18 capítulos, 78 vezes no total. Levando-se em conta variantes como yogī (praticante de yoga) e yukta (conectado), são mais de 150 ocorrências em um texto de 700 versos.

[2] Essa compreensão do yoga na Bhagavad-Gītā como sendo um sistema integrado está pautada nos ensinamentos de vários mestres tradicionais reconhecidos como Bhaktivedanta Swami Prabhupada e Sri Aurobindo. O primeiro utilizou a expressão “escada do yoga” (yoga ladder) e o segundo cunhou o nome “yoga integral” (pūrṇa-yoga) para explicar os diversos estágios e abordagens possíveis dentro desse caminho único que é o yoga. cf a obra de Prabhupada (2013, p. 292) O Bhagavad-Gītā como Ele É (cap. 6, verso 3, significado) e a obra de Sri Aurobindo (1997, p. 38) Essays on the Gītā.

Mantras

Meditação no Absoluto (Mantras de abertura da Isopanisad e do Bhagavata Purana)

17 de setembro de 2017

Mantra de abertura da Īśopaniṣad:
oṁ
pūrṇam adaḥ pūrṇam idaṁ
pūrṇāt pūrṇam udacyate
pūrṇasya pūrṇam ādāya
pūrṇam evāvaśiṣyate

Tradução: O Absoluto é perfeito e completo. Desse completo original surgem outras unidades também completas em si mesmas; e mesmo retirando-se tantas unidades completas do todo-completo, o Absoluto ainda assim permanece perfeito e completo.

Mantra de abertura do Bhagavata Purana:

janmādy asya yato ’nvayād itarataś cārtheṣv abhijñaḥ svarāṭ
tene brahma hṛdā ya ādi-kavaye muhyanti yat sūrayaḥ
tejo-vāri-mṛdāṁ yathā vinimayo yatra tri-sargo ’mṛṣā
dhāmnā svena sadā nirasta-kuhakaṁ satyaṁ paraṁ dhīmahi

Meditemos [naquele que é] a Verdade última. Que é a causa tanto material quanto eficiente da criação, [manutenção e aniquilação] deste [universo], permeando-o e existindo à parte dele simultaneamente. Que conhece tudo completamente. Que brilha por seu próprio esplendor e é independente. Por quem os Vedas foram revelados no coração do sábio original [i.e. Brahmā, o demiurgo do universo]. Que confunde [até mesmo] os sábios. Fundamentada em cuja realidade a criação tríplice resultante das transmutações de fogo, água e terra não é falsa. Por cuja influência toda a falsidade é dissipada. (BhP 1.1.1)

Pérolas de sabedoria

Cultivando o jardim interior

16 de setembro de 2017

Podemos comparar nosso coração a um jardim onde todo tipo de planta pode crescer. Cultivar o Dharma seria, portanto, como cuidar desse jardim: precisamos afofar a terra, adubar, plantar boas sementes, regá-las diariamente e arrancar as ervas daninhas. Assim, nosso jardim interior floresce e a fragrância de suas flores permeia nosso coração revelando sutilmente a beleza e harmonia que envolvem o nosso ser.

Na literatura védica, o mestre espiritual também é muitas vezes comparado a um jardineiro pois sua função é preparar o coração do discípulo (afofar a terra) e semear a bhakti-lata-bija, ou a semente do amor a Deus. Além disso, o discípulo é instruído a seguir um processo de sadhana, ou cultivo espiritual, que corresponde a regar essa plantinha diariamente. Finalmente, certas atividades e atitudes prejudiciais à vida espiritual devem ser evitadas, o que pode ser comparado a arrancar as ervas daninhas que ameaçam sufocar a plantinha da devoção.

Essa analogia aparece em um texto medieval da Índia chamado Caitanya-caritamrta:

brahmāṇḍa bhramite kona bhāgyavān jīva
guru-kṛṣṇa-prasāde pāya bhakti-latā-bīja

“Após vagar durante muitas vidas por diferentes partes do universo, uma pessoa afortunada recebe a semente do amor a Deus pela graça do mestre espiritual e do próprio Senhor Supremo (Krishna).” [Cc Madhya 19.151]

Mantras

Mantras da Criação do Universo (Brahma-Samhita)

14 de setembro de 2017

Mantras da Criação do Universo (Brahma-Samhita)

Gravamos uma seleção de mantras do Brahma-Samhita, um texto que fala da criação do universo pelo demiurgo Brahma, que então busca sua origem em meditação e obtém um vislumbre de Krishna, o Senhor primordial, em sua morada espiritual eternamente manifesta muito além desse mundo. O texto em sânscrito encontra-se no vídeo, a tradução dos versos segue abaixo:

Krishna, que é conhecido como Govinda, é o Senhor Supremo. Ele possui um corpo espiritual eterno, pleno de conhecimento e bem-aventurança (sat-cit-ananda). Ele não tem origem. Ele é a origem de tudo e a causa primordial de todas as causas.

Eu adoro Govinda, o Senhor primordial, que está cuidando das vacas em suas moradas repletas de pedras preciosas espirituais enquanto rodeado de milhões de árvores-dos-desejos, sempre servido com grande reverência e afeição por centenas de milhares de deusas da fortuna.

Eu adoro Govinda, o Senhor primordial, que é perito no tocar de Sua flauta, cujos olhos viçosos são como pétalas de lótus, cuja cabeça é adornada por uma pena de pavão, cuja bela forma é tingida com o matiz de nuvens azuis, e cuja amorosidade ímpar encanta milhões de Cupidos.

Eu adoro Govinda, o Senhor primordial, ao redor de cujo pescoço balança uma guirlanda de flores embelezada com o medalhão da lua, cujas mãos são adornadas com a flauta e ornamentos preciosos, que sempre Se deleita em passatempos de amor, cuja graciosa forma azulada, curvada em três pontos, é eternamente manifesta.

Eu adoro Govinda, o Senhor primordial, cuja forma transcendental é plena de bem-aventurança, verdade e substancialidade, e que é, portanto, plena do mais deslumbrante esplendor. Cada um dos membros dessa eminente personalidade possui em si as funções completas de todos os órgãos, e Ele eternamente vê, mantém e manifesta os infinitos universos, tanto espirituais como mundanos.

Eu adoro Govinda, o Senhor primordial, que é raramente obtido pelo mero estudo dos Vedas, mas que é facilmente acessível pela devoção pura e genuína da alma, que é único e inigualável, que não é sujeito à deterioração, que é sem começo, cuja forma é ilimitada e que, mesmo sendo a pessoa mais antiga, permanece sempre na flor da sua eterna juventude.

Adoro a refulgente morada transcendental onde inumeráveis deusas da fortuna residem com seu amoroso Senhor; onde cada árvore é uma árvore-dos-desejos, onde o solo é cravejado de joias-filosofais, onde a água é néctar, cada palavra é uma canção e cada passo é uma dança. Onde a flauta é a companheira constante de Krishna, onde a agradável atmosfera espiritual é permeada de beatitude e todos os seres são extremamente amáveis. Onde inumeráveis vacas leiteiras sempre emitem ilimitados oceanos de leite, onde há a existência eterna de tempo transcendental, o qual é sempre presente – destituído de passado ou futuro – não transcorrendo sequer por meio instante. Essa morada é conhecida como Goloka apenas por algumas raras almas autorealizadas neste mundo.

Mantras

Krishna-Dhyana-Mantra (Meditação em Krishna)

14 de setembro de 2017

Mantras para meditar em Krishna:

kastūrī-tilakaṁ lalāta-paṭale vakṣa-sthale kaustubhaṁ

nāsāgre nava-mauktikaṁ kara-tale veṇuṁ kare kaṅkaṇam

sarvāṅge hari-candanaṁ sulalitaṁ kaṅṭhe ca muktāvaliṁ

gopa-strī-pariveṣṭito vijayate gopāla-cūḍamaṇiḥ

 

Tradução: Que Krishna, a joia entre os vaqueiros, conquiste [meu coração]. [Medito nele assim]: Sua testa está decorada por uma marca feita com almíscar; seu peito ornado pela joia kaustubha; uma pérola enfeita o seu nariz. Ele porta uma flauta em sua mão e braceletes adornam seus braços. Seu corpo encantador está untado com pasta de sândalo fragrante e de seu pescoço pende um colar de pérolas. Ele está sempre rodeado por suas amadas gopis (as divinas vaqueiras de vraja, devotas ideais de Krishna).

 

phullendīvara-kāntim indu-vadanaṁ barhāvataṁsa-priyam

śrīvatsāṅkam udāra-kaustubha-dharaṁ pītāmbaraṁ sundaram

gopīnāṁ nayanotpalārcita-tanum go-gopa-sanghāvṛtaṁ

govindaṁ kala-veṇu-vādana-paraṁ divyāṅga-bhūṣaṁ bhaje

 

Tradução: Adoro Govinda (um nome de Krishna), cuja tez é da cor de um botão de lótus azul, cujo rosto brilha como a lua e que gosta de se decorar com penas de pavão. Seu peito está ornado pela marca da deusa da fortuna e pela incomparável joia kaustubha. Ele é belíssimo em suas vestes amarelas. Sua forma é adorada pelos olhares das gopis (seus olhos parecem flores de lótus, sempre lançadas em sua direção) e ele está sempre rodeado de vacas, bezerros e vaqueiros. Com seus lábios ele toca docemente sua flauta e seu corpo está todo decorado com ornamentos brilhantes.

Mantras

Shanti Mantra (Sahanavavatu)

14 de setembro de 2017

Mantra para antes do estudo:

oṁ saha nāv avatu
saha nau bhunaktu
saha vīryaṁ karavāvahai
tejasvi nāv adhītam astu mā vidviṣāvahai
oṁ śāntiḥ śāntiḥ śāntiḥ

Tradução: Oṁ. Que o Senhor nos proteja (ao aluno e ao mestre), que Ele nos nutra (com conhecimento), que nos empenhemos com vigor, que nosso estudo seja iluminador e que não haja desavenças entre nós. Oṁ, paz, paz, paz.

Mantras

Mantras aos mestres espirituais e a Patanjali

14 de setembro de 2017

Mantras de abertura da prática de Astanga-vinyasa-yoga

Glorificação aos mestres espirituais:
vande guruṇāṁ caraṇāravinde sandarśita svātma sukhāvabodhe
niḥśreyase jāṅgalikāyamāne saṁsāra hālāhala mohaśāntyai

Tradução: Reverencio os pés de lótus dos mestres que despertam a felicidade inerente à percepção do verdadeiro ser. Como médicos peritos, eles neutralizam o veneno da ilusão mundana.

Praṇāma-mantra de Patāñjali:
ābāhu puruṣākāraṁ śaṅkha-cakrāsi-dhāriṇam
sahasra-śirasaṁ śvetaṁ praṇamāmi patañjalim

Tradução: Reverencio a Patāñjali, cuja forma é aparentemente humana até os ombros, que porta o búzio, a disco e a espada em suas mãos, e que tem mil cabeças refulgentes.

Mantras

Mantra para Prosperidade Universal

14 de setembro de 2017

Aprenda a recitar esse mantra:

svasti prajābhyaḥ paripālayantaṁ
nyāyena margeṇa mahīṁ mahīśāḥ
go-brāhmaṇebhyaḥ śubham astu nityaṁ 
lokāḥ samastāḥ sukhino bhavantu

Abençoados sejam todos os seres e que seus líderes os governem com justiça; que as vacas (a Terra) e os brāhmaṇas (os educadores) estejam sempre bem; e que todo mundo seja feliz